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Ara — símbolo gráfico do projeto Biometano Monte Alto São Paulo · Brasil

Biometano Monte Alto

Uma usina industrial multissubstrato para o aproveitamento de fluxos de materiais regionais no Estado de São Paulo — desenvolvida por um consórcio teuto-brasileiro sob o Conselho Administrativo do Programa de Biogás Alemanha-Brasil.

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O empreendimento em resumo

O empreendimento está planejado como usina de biometano em escala industrial na cidade de Monte Alto-SP, inserida em um cluster agroindustrial com alta disponibilidade de resíduos da agricultura e da indústria de transformação. Sua característica marcante é a arquitetura multissubstrato (bagaço, vinhaça, resíduos de mandioca, dejetos animais, resíduos agrícolas orgânicos) — que possibilita disponibilidade de substrato ao longo de todo o ano e produção estável de metano.

A expansão ocorre em etapas escalonadas, começando com uma fase de cerca de 240 toneladas de substrato por dia e uma infraestrutura geral orientada ao escalonamento, capaz de acomodar ampliações futuras de forma modular.

Multissubstrato Bagaço · Vinhaça · Mandioca · Dejetos — disponibilidade durante todo o ano
Expansão escalonada Fase 1 sobre infraestrutura completa, Fase 2 como ampliação modular
Teuto-Brasileiro Consórcio sob o Conselho Administrativo do Programa de Biogás Alemanha-Brasil
Lei 14.993/2024 Inserido na estratégia brasileira de biometano (Combustível do Futuro)

Eixos centrais

O projeto

O que construímos, onde, com qual processo e em qual concepção de etapas.

Saiba mais →

Consórcio

O consórcio teuto-brasileiro — Conselho Administrativo, coordenação alemã, parceiros brasileiros.

Atores →

Situação & próximos passos

Fase atual, marcos planejados, conexão com a estratégia brasileira de biometano.

Situação atual →

Como o empreendimento funciona — lógica do fluxo de materiais

A partir de resíduos regionais geram-se biometano, um biofertilizante reaproveitável e um balanço de redução de CO2. O ciclo econômico se fecha localmente.

Substratos (Entrada)BagaçoVinhaçaManipu-eiraDejetosUsinaMonte AltoBiometanoSaídasBiometanoGasoduto / GNL / GNCBiofertilizanteRetorno à regiãoRedução de CO2Balanço climático regionalO biofertilizante retorna à agricultura regional

Quem participa do empreendimento

O empreendimento se sustenta em uma rede regional de atores que fornece substratos, constrói a usina e a logística e integra o valor de retorno (biofertilizante) à agricultura.

S

Fornecedores de substrato

Usinas de processamento de cana-de-açúcar (bagaço, vinhaça, torta de filtro), processadores regionais de mandioca, criadores de animais e indústria de alimentos da microrregião.

B

Construtoras & parceiros EPC

Construtoras brasileiras para obras de terraplenagem, construção de tanques, tubulações e galpões; parceiro especializado em montagem de usinas para a tecnologia de processo.

L

Logística & cadeia de suprimentos

Transportadoras regionais, infraestrutura local de armazenagem e estocagem, entrega just-in-time e injeção de biometano por gasoduto nas redes de distribuição.

F

Agricultores como compradores de biofertilizante

Agricultores regionais recebem de volta o substrato digerido como biofertilizante de alta qualidade — o ciclo econômico se fecha localmente, em vez de migrar para fora.

W

Acompanhamento científico

UNESP / FUNDUNESP como parceiros acadêmicos, complementados por cooperações internacionais de pesquisa — para otimização de substrato, monitoramento do microbioma e pesquisa em economia regional.

G

Órgãos públicos & administração municipal

Prefeitura de Monte Alto-SP, CETESB, ANP, Junta Comercial São Paulo — acompanhamento institucional e marco de licenciamento sob o Marco Legal do Biometano.

O que é importante para nós

Geração de valor regional A aquisição de substrato, o retorno de biofertilizante à agricultura regional e as cadeias logísticas de valor dentro da microrregião formam o núcleo econômico do empreendimento.
Acompanhamento científico Uma pesquisa científica de acompanhamento em cooperação com a UNESP / FUNDUNESP está prevista como um eixo próprio e paralelo, com duas vertentes: pesquisa em economia regional e o controle bioquímico da mistura multissubstrato.
Camada digital de gestão Uma camada digital para disposição de substrato, otimização de processos e coordenação de todo o projeto é construída em paralelo ao projeto da usina — parte do empreendimento desde o início, e não um acréscimo posterior.
Arquitetura internacional de financiamento Estruturação no âmbito de linhas de fomento estabelecidas — o banco de desenvolvimento brasileiro BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), a International Finance Corporation (IFC), o IDB Invest (braço de setor privado do Banco Interamericano de Desenvolvimento) e a Agência Multilateral de Garantia de Investimentos (MIGA), do Grupo Banco Mundial — inserida no Marco Legal do Biometano (Lei 14.993/2024).